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09/09/2005 14:08
- Novo endereço: http://atitudeambiental.blogspot.com
enviada por Hugo Daniel
09/09/2005 13:46
Se nossos governantes não assumirem uma postura mais rígida com relação aos crimes contra o meio ambiente, vamos sofrer com as consequências o aumento do buraco na camada de ozônio, o efeito estufa, a desertificação a seca, entre outros sérios problemas.
Se não cuidarmos agora, mais tarde já não será mais possível estará fora de controle.
enviada por Hugo Daniel
16/07/2005 12:31
Vista aéria da Plataforma Nuclear de Angra II.
Você é a favor do uso de energia nuclear para geração de energia?

enviada por Hugo Daniel
07/04/2005 11:07
Floresta amazônica fica 14% menor
O Imazon - Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, uma instituição de pesquisa sem fins lucrativos e voltada para a promoção do desenvolvimento sustentável, vai divulgar nos próximos dias uma nova versão do estudo Fatos Florestais da Amazônia, apontado como um dos mais completos sobre a exploração da madeira na região.
Ele contém notícias ruins, algumas até assustadoras, e notícias boas. Também confirma que o país está atolado num imbróglio monumental nesse setor. Para se ter uma idéia, o mesmo Estado brasileiro que numa ponta da Amazônia cria reservas e mobiliza tropas para proteger a floresta tropical, em outra dá incentivos para derrubá-la.
O estudo do Imazon deve mostrar que 14% da floresta amazônica veio abaixo nos últimos 30 anos o que dá a média de 0,5% ao ano. Na Amazônia Legal, com 5 milhões de quilômetros quadrados, quase 60% do território brasileiro, isso representa muito. "É um estado de Alagoas inteiro devastado por ano", diz o ecólogo Adalberto Veríssimo, do Imazon.
Nem tudo que é devastado é aproveitado como madeira. Mesmo assim, de acordo com estimativas da organização, confirmadas pelo Ibama - Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, cerca de 28 milhões de metros cúbicos de madeira deixaram a Amazônia no ano passado. Se o transporte dessa carga fosse feito apenas em caminhões de carroceria comum, com capacidade para 17 metros cúbicos, seriam necessárias 4.500 viagens por dia durante o ano inteiro, incluindo sábados e domingos.
Pelo menos metade da madeira 14 milhões de metros cúbicos vem de derrubadas feitas à margem da lei. "O desmatamento ilegal já está chegando a 55% do total", alerta o diretor de florestas do Ibama, Antonio Carlos Hummel.
Legais ou ilegais, as toras que saem da floresta tropical estão empurrando as engrenagens de uma indústria cada vez mais próspera. O caso do Pará, que responde sozinho por 40% da produção madeireira da Amazônia, é exemplar. A madeira e os produtos obtidos a partir dela já figuram em segundo lugar na lista dos produtos exportados pelo estado. Perde apenas para os fabulosos negócios com minérios.
Os efeitos são visíveis também na balança comercial do país. As exportações de madeira sólida e dos produtos dela originários somaram US$ 3,8 bilhões em 2004 uma variação de 44,4% em relação aos US$ 2,6 bilhões de 2003. Isso se deve em grande parte à Amazônia, de onde provém 80% da madeira nativa extraída no país, excluindo lenha e carvão.
Empregos - Estima-se que nos nove estados amazônicos a atividade madeireira movimenta quase 2.600 empresas e emprega 350 mil pessoas. "As serrarias constituem um dos negócios mais rentáveis da região, com uma taxa de retorno em torno de 60% quase quatro vezes maior que a da pecuária", diz Veríssimo.
O negócio é tão bom que a Cikel Brasil Verde, empresa que lidera as exportações no Pará, trabalhando apenas com madeira certificada pelo Ibama, deixou de lado a atividade pecuária. E é aqui que começa a parte das boas notícias. Ou das boas possibilidades.
Cresce a cada ano a quantidade de empresários interessados em trabalhar dentro dos princípios do desenvolvimento sustentado que pressupõe a exploração da madeira de forma controlada, sem a degradação ambiental. Em 1997 quando o governo pôs à disposição o chamado selo verde, foram certificados 80 mil hectares de florestas na Amazônia. Hoje são 1,8 milhão de hectares o que coloca o país em 5.º lugar no ranking dos países tropicais com áreas certificadas de acordo com padrões internacionais.
É pouco, quase nada, na vastidão amazônica, mas segundo especialistas de organizações não-governamentais e do governo, indica um caminho para conter a devastação. Atualmente quase 80% da área devastada na Amazônia é ocupada com a pecuária, estimulada pelo governo.
Pastagem - Ao chegar à região, os donos da terra oferecem a madeira que encontram às serrarias. Com isso formam seu primeiro capital e muitas vezes também ganham a primeira estrada para sua propriedade: estima-se que os madeireiros já abriram 3 mil quilômetros de estradas para tirar da mata a matéria-prima de seu negócio.
Depois disso, ateia-se fogo na área e forma-se o pasto. Para os ecologistas, seria melhor se o governo parasse de dar incentivos para o avanço da fronteira agrícola e estimulasse a exploração das florestas por meio do manejo sustentável. "Estamos desperdiçando recursos de maneira absurda", acusa Paulo Adário, do Greenpeace. (Gazeta do Povo/PR)
Fonte: Ambientebrasil - 27/02/2005
enviada por Hugo Daniel
10/03/2005 23:00
Estranha nação do rabo preso
Talvez o Brasil não seja um país, mas um estranho animal, em sintonia com a expressão rabo preso que acompanha a grande maioria dos que conduzem (e conduziram) o destino da nação-bicho, que oculta sua cauda por vergonha das ações espúrias que a formaram e nela se acham retratadas. Lamentavelmente, ao que parece, os construtores do grande rabo, gente graúda em contracheque e posição social, bem nutrida, bons dentes e pele queimada pelo sol de distantes praias afrodisíacas, vêm aumentando a sua ganância a ponto de perpetrar a miséria para os pobres e o empobrecimento para os remediados, que a cada dia perdem renda e, conseqüentemente, o poder de compra.
Dentro desse panorama de socialização às avessas, o Estado, impossibilitado de tocar na riqueza concentrada nem conter os planos de sua multiplicação por parte dos detentores de capital, resolve aniquilar a classe média e alicerçar uma nação dividida em dois segmentos sociais: os miseráveis e os exageradamente abastados.
O resultado desse inconfessável projeto administrativo, fertilizado sob a insensibilidade social do neoliberalismo, é o alijamento de um feixe enorme de pessoas do mercado de consumo, cidadãos qualificados como seres humanos inservíveis ou inempregáveis , conforme um dia chegou a dizer o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Então, os carentes assim rotulados são, inapelavelmente, julgados como não merecedores de qualquer apoio do Estado: não valem um tostão (ou dólar) furado.
A tsunami da pobreza redividida levou a situações esdrúxulas e surrealistas como a que nos é apresentada pelo perfil da freguesia dos restaurantes populares em Belo Horizonte, mais especificamente do Restaurante Popular II , inaugurado em julho de 2004, no bairro São Lucas, que se tornou um imbatível concorrente para os estabelecimentos comerciais da região, os quais não têm como competir com o sistema de refeições vendidas a R$1, graças a subsídio do poder público municipal.
O preço baixo aliado ao fornecimento de comida de boa qualidade sob controle de nutricionistas, além de rigoroso padrão de higiene, atraiu uma clientela surpreendente, pois que integrante da quase extinta classe média: profissionais liberais que trabalham nas redondezas e médicos de hospitais vizinhos se misturam a pobres e pedintes na fila do bandejão, que é acompanhado de sobremesa e copo com refresco. Os mais acanhados mandam seus boys enfrentar 15, 20 minutos de espera para pegar a disputadíssima marmitex.
E, assim, num verdadeiro sinal dos tempos, quando o Brasil comemora o sucesso na exportação de grãos, a classe média, em extinção mais rápida que o sumiço do mico-leão ou das araras-azuis, se junta aos pobres no consumo das seis mil refeições diárias no Restaurante Popular II, que afeta os negócios nas fraldas ou, mais popularmente falando, à beira e nas barbas da decantada e nobre Savassi.
Carlos Lúcio Gontijo - Poeta, escritor e jornalista
Fonte: Diário da tarde 03/03/05 - (Opinião).
enviada por Hugo Daniel
22/01/2005 14:23
ONDE JOGAR ÓLEO DE FRITURA FEITO EM CASA
Mesmo que não façamos muitas frituras, quando o fazemos, jogamos o óleo na pia ou por outro ralo, certo?
Este é um dos maiores erros que podemos cometer.
Porque fazemos isto, perguntam vocês? Porque infelizmente ninguém nos diz como fazer, ou não nos informamos.
Sendo assim, o melhor que tem a fazer é colocar os óleos utilizados numa daquelas garrafas de plástico
(por exemplo, as garrafas pet de refrigerantes), fecha-las e coloca-las no lixo normal (ou seja, o orgânico).
Todo lixo orgânico que colocamos no sacos vai para um local onde são abertos e triados. Assim, as nossas garrafinhas
são abertas e vazadas no local adequado, em vez de irem juntamente com os esgotos para uma ETE - Estação de Tratamento de Esgoto, e ser necessário dispender milhares de reais a mais para o seu tratamento.
UM LITRO DE ÓLEO CONTAMINA CERCA DE 1 MILHÃO DE LITROS DE ÁGUA
(o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos)
De nada adianta criticar os responsáveis pela poluição da Baía da Guanabara(RJ), rio Paraíba(PB), etc....
se não fizermos a nossa parte.
Fonte: www.abeac.org.br
enviada por Hugo Daniel
21/01/2005 14:27
...
enviada por Hugo Daniel
17/01/2005 23:19

enviada por Wilson Oliveira®
10/11/2004 22:55
Visite:
www.flogao.com.br/ativistas
enviada por Hugo Daniel
25/10/2004 23:16
Reprogresso
Não há chão para pisar, não me lembro deste lugar. Aqui onde hoje passam os ônibus minha avó pisava ao mar, e é por isso que estou aqui e com força me seguro em ti, pois não sei de onde venho. Talvez possa até ser bom mas queria tanto ver a história que o asfalto tapou. Esta fumaça que não existia, agora me impede de te olhar e o progresso que suja o horizonte me tornou tão intolerante. Mais uma geração se perdeu, isso não pode ter sido sem querer e vimos o prédio crescer. E parados a ilha afundou. Só soubemos nos matar. As ilhas na ilha.
Dead Fish
www.deadfish.com.br
enviada por Hugo Daniel
14/10/2004 00:47

enviada por Hugo Daniel
10/10/2004 15:51
Novo dilúvio - Pesquisas realizadas pela Nasa mostram que a temperatura média do planeta já subiu 0,18ºC desde o início do século. Nos anos 80, fotos tiradas pelo satélite meteorológico Nimbus em um período de 15 anos registram a diminuição do perímetro de gelo em volta dos pólos. Supondo o efeito estufa em ação, os cientistas projetam um cenário de dilúvio: o aquecimento do ar aumenta a evaporação da água do mar, cria um maior volume de nuvens, faz crescer o nível de chuvas e altera o regime dos ventos. Haveria chuvas intensas em áreas hoje desérticas, como o norte da África e o nordeste do Brasil, e faltaria água em regiões férteis, como o meio-oeste dos EUA. O degelo das calotas polares elevaria o nível do mar, inundando ilhas e áreas costeiras. Holanda, Bangladesh, Miami, Rio de Janeiro e parte de Nova York, por exemplo, sumiriam do mapa.
O aumento da temperatura global também provocaria a multiplicação de ervas daninhas e insetos e a transferência das pragas de clima quente - como a mosca tsé-tsé, que vive no centro da África - para regiões de clima frio. A absorção do excesso de dióxido de carbono faria a vegetação crescer mais rapidamente e retirar mais nutrientes do solo. Segundo essas projeções, as florestas temperadas só sobreviveriam no Canadá.
te: www.conhecimentosgerais.com.br /Acesso em:10/10/04.
enviada por Hugo Daniel
09/10/2004 15:28
Exemplar jovem de Ficus enormis se desenvolvendo sobre tronco de outra
árvore.
enviada por Hugo Daniel
08/10/2004 00:36
enviada por Hugo Daniel
06/10/2004 01:02

enviada por Hugo Daniel
02/10/2004 01:26
Olá pessoal, criei um Fotolog com imagens muito legais de animais, insetos, repteis, ect. Vale a pena conferir!
O endereço é o seguinte:
http://ecology.flogbrasil.terra.com.br
enviada por Hugo Daniel
23/08/2004 00:59
"Se as cidades forem destruídas e os campos forem conservados, as cidades ressurgirão, mas se queimarem os campos e conservarem as cidades, estas não sobreviverão."
Benjamin Franklin
enviada por Hugo Daniel
21/08/2004 04:27
Veredas de Buritis ...
enviada por Hugo Daniel
20/08/2004 00:29
Extinção de espécies
As rápidas alterações no meio ambiente e a caça predatória em um ritmo superior à capacidade de reprodução das espécies estão levando muitas à extinção, não se sabe exatamente quantas. A biodiversidade é uma das características do planeta, mas o número de espécies existentes não é conhecido. Cientistas do Plano das Nações Unidas para o Meio Ambiente calculam que este número varie entre 10 e 100 milhões de espécies diferentes no planeta. Apenas 1,4 milhão estão nomeadas e poucos milhares estudadas: são 751 mil insetos, 281 mil outras espécies animais, mil vírus, 4 mil bactérias e outros microrganismos, 26.900 algas, 248.400 plantas superiores e 30.800 protozoários. Desse total, 25% correm sério risco de extinção nos próximos vinte anos. A cada dia, a ação humana faz desaparecer cerca de trezentas espécies animais e vegetais. Entre os animais extintos estão o rinoceronte negro, da África, o cervo da Tailândia, o pingüim grande da Islândia e do Canadá, o cavalo selvagem da Europa Central, o bisão e o pelicano branco da França. Entre os vegetais, desapareceram várias espécies de orquídeas, como a de Chiapas, no México.
Fonte: www.conhecimentosgerais.com.br
enviada por Hugo Daniel
08/08/2004 13:57

enviada por Hugo Daniel
02/08/2004 23:50
Eu e minha prima Manu, em Dores do Indaiá ... (Maio 2003)
enviada por Hugo Daniel
02/07/2004 00:36
...
enviada por Hugo Daniel
07/06/2004 13:23
DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE - Comemorar oque?
Ambientalistas de todo o planeta se preparam para as comemorações ou manifestações de 5 de junho, dia mundial do Meio Ambiente. Na data estabelecida pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em comemoração ao primeiro grande encontro internacional dedicado à temática ambiental, a Conferência de Estocolmo de 1972, Gaia não tem muito o que festejar.
A mãe terra está sendo tratada como uma mulher objeto contemporânea, assumindo uma estética forçada e duvidosa. Sua cobertura vegetal nativa está sendo arrancada como pêlos indesejáveis, suas formas remodeladas na busca de uma perfeição artificial, e até os calores da menopausa estão chegando antes do tempo, forçados pela incessante emissão de gases poluentes na atmosfera, em nome do des/envolvimento de seu filho pródigo.
Por: Paula Sarcinella
enviada por Hugo Daniel
05/06/2004 18:02
"Se as cidades forem destruídas e os campos forem conservados, as cidades ressurgirão, mas se queimarem os campos e conservarem as cidades, estas não sobreviverão."
Benjamin Franklin

enviada por Hugo Daniel
29/05/2004 01:21
LINHA VERDE Ouvidoria Geral do IBAMA
Agora ficou ainda mais fácil dialogar com o IBAMA. Sugestões, reclamações, pedidos de informações e denúncias sobre agressões ao meio ambiente podem ser feitas através da Linha Verde. Telefone:0800-61-8080, a ligação é gratuita de qualquer ponto do país.
COMO FAZER UMA DENÚNCIA
* É importante que o denunciante apresente dados claros e precisos acerca do tipo de ocorrência;
* É indispensável que conste o nome da rua, número, município, Estado e algum ponto de referência e se possível, indique o nome ou apelido do responsável;
* A deficiência de dados, muitas vezes, impossibilita o próprio atendimento. Em caso de dúvida, favor ligar para o 0800-61-8080, onde a atendente informará quais são os dados necessários para a realização da ocorrência.
* Tal procedimento visa ocasionar um atendimento mais rápido e eficaz.
* As informações são sigilosas. Em hipótese alguma, o nome do denunciante é divulgado. Isso permite que a pessoa possa identificar-se no momento da denúncia.Porém, se preferir, o denunciante poderá manter o anonimato.
Site do IBAMA: www.ibama.gov.br
(É sempre bom, termos esses números anotados em nossas agendas, pois em muitas das vezes, não sabemos quando e em que momento surgem infrações contra o meio ambiente).
DENUNCIE ...
- TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES
- PODA DE ÁRVORES ILEGAL
- POLUIÇÃO DE NASCENTES E RIOS
Não tenham medo na hora de denunciar, pois através da atitude de ligar para as autoridades competentes, polícia florestal, IBAMA, ect, podemos deter, uma pequena parcela deste ciclo de destruição.

enviada por Hugo Daniel
25/05/2004 02:09
Sei que este é um BLOG de temas ligados ao Meio Ambiente, mas não dá para fechar os olhos diante da situação que está ocorrendo no Oriente Médio! É incrível a cada dia que se passa, mais inocentes morrem vítimas do "pós guerra". A guerra pelo Petróleo este deveria ser o nome desta guerra.
Notícia do dia 23/05/04: "No Iraque, helicópteros americanos atacam uma festa de casamento. Quarenta e cinco pessoas morreram, 26 da mesma família."
Fonte: Fantástico
Pessoas mortas inocentemente por assasinos americanos, eles ainda tem coragem de dizer que estão lá para ajudar e garantir a paz.
Sem comentarios ...
enviada por Hugo Daniel
25/05/2004 01:28
Água - nós precisamos dela.
- A água potável é necessária à vida, à saúde e à sobrevivência.
- A água nutre as plantas, serve de habitat aos peixes e aos organismos aquáticos e torna possível a agricultura.
- É indispensável para certas indústrias. Os rios e lagos permitem o transporte e as atividades de lazer.
- O homem pode passar até 28 dias sem comer, Mas apenas 3 dias sem beber água.
- A humanidade tem se iludido, pensando que a escassez de água é resultado de problemas temporários de distribuição.
- A ilusão da abundância tem mascarado a realidade de que a água de boa qualidade está cada dia mais escassa.
Onde está a água?
97,5% da água disponível na Terra pe salgada e está nos mares e oceanos.
2,493% é doce mas se encontra em geleiras ou regiões subterrâneas (aquíferos), de diícil acesso.
0,007% é doce encontrada em rios, lagos e na atmosfera, de fácil acesso para o consumo humano.
enviada por Hugo Daniel
25/05/2004 01:21

enviada por Hugo Daniel
22/05/2004 01:10
O Índio Brasileiro
Atualmente, há cerca de 300 mil índios no Brasil. Eles possuem uma cultura bastante diferente da nossa, e também não são iguais entre si. caiapó, cadiuéu, suruí, xavante, ticunas, ianomâmi, são algumas das 210 nações indígenas brasileiras.
Os nativos brasileiros vivem em 565 áreas espalhadas por todos os Estados, com exceção do Piauí e do Rio Grande do Norte. A maior parte das terras e da população está na Amazônia.
A maioria das nações indígenas brasileiras mantém contato com os homens brancos. Mas existem exceções. Há 53 grupos isolados, que vivem quase como nos tempos pré-históricos. É o caso dos ianomâmis, que chamam a si próprios de Yanomâme thépé, que significa seres humanos.
Para os índios, a terra tem um significado especial. Ela não pertence a uma só pessoa, mas a todos da tribo.
Desde 1988, a Constituição garante o direito dos índios às terras de seus antepassados e diversas áreas vêm sendo demarcadas. Demarcar significa colocar limites para que não haja dúvidas de que aquela terra já tem dono.
A natureza está sempre presente na vida dos índios. As aldeias, cercadas pelas florestas, mostram como é possível o equilíbrio entre o homem e a mata. Nelas, a caça e a pesca são recursos de sobrevivência.
Fonte: Os Índios do Brasil. Coleção de Olho no Mundo, v.2.
enviada por Hugo Daniel
20/05/2004 01:37
Educação é a Solução Educação Ambiental para todos esta é a melhor maneira para se concientizar as pessoas sobre a destruição do meio ambiente. Educando as crianças, e os jovens de forma que todos possam entender a importância de preservarmos a natureza.
" Usar as revitas em quadrinhos para educar é uma solução, como podemos ver na figura acima. Um desenho de fácil entendimento tanto para crianças quanto para os adultos e se trata de um personagem conhecido por todos nós Chico Bento (Turma da Mônica)personagem criado por Maurício de Souza."
enviada por Hugo Daniel
20/05/2004 00:53
DEGRADAÇÃO AMBIENTAL Fatores que contribuem para a destruição da vida em nosso planeta.
Progresso Humano - A escalada do progresso técnico humano podem ser medidas pelo seu poder de controlar e transformar a natureza. Quanto mais rápido o desenvolvimento tecnológico, maior o ritmo de alterações provocadas no meio ambiente. Cada nova fonte de energia dominada pelo homem produz determinado tipo de desequilíbrio ecológico e de poluição. A invenção da máquina a vapor, por exemplo, aumenta a procura pelo carvão e acelera o ritmo de desmatamento. A destilação do petróleo multiplica a emissão de gás carbônico e outros gases na atmosfera. Com a petroquímica, surgem novas matérias-primas e substâncias não-biodegradáveis, como os plásticos.
Crescimento populacional - O aumento da população mundial ao longo da história exige áreas cada vez maiores para a produção de alimentos e técnicas de cultivo que aumentem a produtividade da terra. Florestas cedem lugar a lavouras e criações, espécies animais e vegetais são domesticadas, muitas extintas e outras, ao perderem seus predadores naturais, multiplicam-se aceleradamente. Produtos químicos não-biodegradáveis, usados para aumentar a produtividade e evitar predadores nas lavouras, matam microrganismos decompositores, insetos e aves, reduzem a fertilidade da terra, poluem os rios e águas subterrâneas e contaminam os alimentos. A urbanização multiplica esses fatores de desequilíbrio. A grande cidade usa os recursos naturais em escala concentrada, quebra as cadeias naturais de reprodução desses recursos e reduz a capacidade da natureza de construir novas situações de equilíbrio.
enviada por Hugo Daniel
20/05/2004 00:52
Economia do desperdício - O estilo de desenvolvimento econômico atual estimula o desperdício. Automóveis, eletrodomésticos, roupas e demais utilidades são planejados para durar pouco. O apelo ao consumo multiplica a extração de recursos naturais: embalagens sofisticadas e produtos descartáveis não-recicláveis nem biodegradáveis aumentam a quantidade de lixo no meio ambiente. A diferença de riqueza entre as nações contribui para o desequilíbrio ambiental. Nos países pobres, o ritmo de crescimento demográfico e de urbanização não é acompanhado pela expansão da infra-estrutura, principalmente da rede de saneamento básico. Uma boa parcela dos dejetos humanos e do lixo urbano e industrial é lançada sem tratamento na atmosfera, nas águas ou no solo. A necessidade de aumentar as exportações para sustentar o desenvolvimento interno estimula tanto a extração dos recursos minerais como a expansão da agricultura sobre novas áreas. Cresce o desmatamento e a superexploração da terra.

Lixo - Acúmulo de detritos domésticos e industriais não-biodegradáveis na atmosfera, no solo, subsolo e nas águas continentais e marítimas provoca danos ao meio ambiente e doenças nos seres humanos. As substâncias não-biodegradáveis estão presentes em plásticos, produtos de limpeza, tintas e solventes, pesticidas e componentes de produtos eletroeletrônicos. As fraldas descartáveis demoram mais de cinqüenta anos para se decompor, e os plásticos levam de quatro a cinco séculos. Ao longo do tempo, os mares, oceanos e manguezais vêm servindo de depósito para esses resíduos.
enviada por Hugo Daniel
20/05/2004 00:51
Resíduos radiativos - Entre todas as formas de lixo, os resíduos radiativos são os mais perigosos. Substâncias radiativas são usadas como combustível em usinas atômicas de geração de energia elétrica, em motores de submarinos nucleares e em equipamentos médico-hospitalares. Mesmo depois de esgotarem sua capacidade como combustível, não podem ser destruídas e permanecem em atividade durante milhares e até milhões de anos. Despejos no mar e na atmosfera são proibidos desde 1983, mas até hoje não existem formas absolutamente seguras de armazenar essas substâncias. As mais recomendadas são tambores ou recipientes impermeáveis de concreto, à prova de radiação, que devem ser enterrados em áreas geologicamente estáveis. Essas precauções, no entanto, nem sempre são cumpridas e os vazamentos são freqüentes. Em contato com o meio ambiente, as substâncias radiativas interferem diretamente nos átomos e moléculas que formam os tecidos vivos, provocam alterações genéticas e câncer.
Ameaça nuclear - Atualmente existem mais de quatrocentas usinas nucleares em operação no mundo - a maioria no Reino Unido, EUA, França e Leste europeu. Vazamentos ou explosões nos reatores por falhas em seus sistemas de segurança provocam graves acidentes nucleares. O primeiro deles, na usina russa de Tcheliabínski, em setembro de 1957, contamina cerca de 270 mil pessoas. O mais grave, em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, deixa mais de trinta mortos, centenas de feridos e forma uma nuvem radiativa que se espalha por toda a Europa. O número de pessoas contaminadas é incalculável. No Brasil, um vazamento na Usina de Angra I, no Rio de Janeiro, contamina dois técnicos. Mas o pior acidente com substâncias radiativas registrado no país ocorre em Goiânia, em 1987: o Instituto Goiano de Radioterapia abandona uma cápsula com isótopo de césio-137, usada em equipamento radiológico. Encontrada e aberta por sucateiros, em pouco tempo provoca a morte de quatro pessoas e a contaminação de duzentas. Submarinos nucleares afundados durante a Segunda Guerra Mundial também constituem grave ameaça. O mar Báltico é uma das regiões do planeta que mais concentram esse tipo de sucata.
enviada por Hugo Daniel
20/05/2004 00:44
Animais em CATIVEIRO ?!?
Você decidiu ter um animal silvestre como animal de estimação ou companhia. A decisão foi sua, porém saiba que ter um animal silvestre em casa requer responsabilidade, respeitando as características comportamentais do bicho, cuidados sanitários e respeito as leis de preservação.
Se você pudesse escolher, o que escolheria: comprar um animal silvestre provindo de tráfico em uma feira, sem saber sua origem ou o quanto sofreu até chegar a você ou comprar o mesmo animal, nascido em cativeiro, cercado de todos os cuidados veterinários e que já viesse marcado, sexado, com nota fiscal e de forma legal, conforme estabelece as normas do IBAMA?
Certamente, você escolheu a segunda opção! E foi pensando nisso; no desejo que diversas pessoas têm em possuir um animal de estimação e ainda na diminuição do tráfico de animais silvestres, que o IBAMA, a partir de 1993, publicou diversas portarias e instruções normativas, com o intuito de ordenar a criação de animais silvestres em cativeiro: nasciam assim os chamados criadouros de animais silvestres.
Os criadouros de animais silvestres são distribuídos por:
- Criadouros Conservacionistas: Tem por objetivo o de apoiar as ações do IBAMA e dos demais órgãos ambientais envolvidos na conservação de espécies em extinção. (Os animais não podem ser vendidos ou doados, apenas intercambiados com outros criadouros e zoológico para fins de produção).
- Criadouros Comerciais: Objetivo é a criação e produção de espécies para fins de comércio.
- Criadouros Comerciais de Fauna Exótica: Regulamenta a criação de animais exóticos, ou seja animais provenientes de outros países.
- Criadouros Científicos: Regulamenta as atividades de pesquisas científicas com animais silvestres. Só podem obter esse registro, Órgãos ou Instituições devidamente reconhecidas pelo Poder Público, como Universidades e Centros de Pesquisa, por exemplo.
A existência desses criadouros é previsto na Lei de Proteção a Fauna-Lei nº 5197/67, na Lei de Crimes Ambientais - Lei nº 9605/98 e no Decreto que regulamentou essa Lei, o Decreto nº 3179/99.
Para obter maiores informações sobre este assunto visite o site: www.ibama.gov.br
Se preferir procure o Setor de Fauna do seu Estado ou o IBAMA em Brasília (difas@sede.ibama.gov.br), para obter informações em nível nacional.
Fonte: IBAMA
enviada por Hugo Daniel
20/05/2004 00:41
O Histórico do TRÁFICO de animais no BRASIL
Desde seu descobrimento, o Brasil despertou a cobiça mundial por sua fauna e flora. Sua rica e preciosa biodiversidade sempre esteve na mira daqueles que aqui aportaram. Até hoje, a bandeira brasileira exalta o verde de nossas matas e o hino proclama que "nossos bosques têm mais vida e nossos campos têm mais flores". A cada ano, porém, os dados apontam um destino menos romântico para nossos símbolos patrióticos. As matas já não são tantas, e nossos bosques estão cada vez mais silenciosos.
O processo de desenvolvimento cultural da população brasileira foi singular, possibilitando o encontro de povos conquistadores e povos que mantinham uma estreita relação com a natureza e o meio ambiente. Ainda hoje, observamos nos grandes centros urbanos, ou nos mais distantes rincões do nosso território, a presença de vários animais silvestres convivendo com o ser humano, numa relação de domínio e admiração.
O hábito de manter animais silvestres como mascotes vem desde o tempo da colonização do Brasil. Quando os portugueses aqui aportaram, incorporaram a prática dos índios nativos de manter macacos e aves tropicais como seus animais de estimação, além de utilizarem o colorido das penas de aves brasileiras para adorno de chapéus e outras peças do vestuário.
Segundo o jornalista brasileiro Eduardo Bueno, durante os trinta primeiros anos após o descobrimento do Brasil, as naus portuguesas que deixavam o país, costumavam levar em seus porões aproximadamente três mil peles de onças e cerca de 600 papagaios em média. Ao serem desembarcadas na Europa, essas mercadorias estariam logo enfeitando vestidos e palácios do velho mundo. Usar chapéus ornados com penas coloridas de aves tropicais era considerado de muito bom gosto, e quase sempre era um luxo reservado apenas às classes mais abastadas. Aquele olhar estrangeiro de cobiça se perpetua até hoje, todavia carrega mais que uma simples curiosidade, ele traduz a certeza de que possuímos a maior reserva de biodiversidade do planeta, e nela estão contidas muitas respostas que ainda não chegaram ao conhecimento humano. Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente PNUMA (Perfil do PNUMA -1992), cerca de cem espécies desaparecem todos os dias da face do planeta, sendo o comércio ilegal de animais silvestres uma das principais causas dessa tragédia.
Em menos de 500 anos o Brasil já perdeu cerca de 94% de sua cobertura original de Mata Atlântica, um dos principais ecossistemas do país. São cada vez mais constantes as incursões nas matas tropicais em busca de animais para fomentar o tráfico nacional e internacional. Manter animais silvestres em cativeiro continua sendo um hábito cultural da população brasileira: sejam os ricos, que exibem suas coleções particulares de animais silvestres como troféus à sua vaidade; sejam os miseráveis, que se embrenham na mata em busca desses animais que, vendidos, ajudarão a diminuir sua fome, ou sejam ainda os cientistas estrangeiros que buscam na fauna e na flora brasileira uma possibilidade de seus laboratórios faturarem altas quantias com a fabricação de novos medicamentos. A realidade é que os recursos faunísticos do Brasil encontram-se gravemente ameaçados pelo comércio ilegal.
enviada por Hugo Daniel
19/05/2004 01:23
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enviada por Hugo Daniel
19/05/2004 00:40
Greenpeace BRASIL
Um trabalho bastante sério e de responsabilidade, vale a pena conhecer!
Visite o site:http://www.greenpeace.com.br
Curitiba, 28 de abril de 2004 - Ativistas rotulam produtos transgênicos em supermercado.
FOTO:©Greenpeace/Jeremy Sutton-Hibbert
enviada por Hugo Daniel
19/05/2004 00:39
O que são transgênicos?
Transgênicos são plantas criadas em laboratório com técnicas da engenharia genética que permitem "cortar e colar" genes de um organismo para outro, mudando a forma do organismo e manipulando sua estrutura natural a fim de obter características específicas. Não há limite para esta técnica; por exemplo, é possível criar combinações nunca imaginadas como animais com plantas e bactérias.
Você sabia que os transgênicos...
... podem aumentar a resistência a antibióticos?
... podem causar alergias?
... podem contaminar plantações vizinhas?
... são ilegais no Brasil por não respeitarem a Leis de Biosegurança e o Código de Defesa do Consumidor?
... na América Latina os pequenos agricultores são responsáveis pela produção de 50% das batatas, 60% do milho e 70% do feijão?
... a adoção de métodos de agricultura ecológica possibilitam um aumento médio de 73% na produção de alimentos?
Fonte: Greenpeace
enviada por Hugo Daniel
19/05/2004 00:38
FLORESTA AMAZÔNICA
Apresenta números estonteantes de biodiversidade. Ali existem de 5 milhões a 30 milhões de plantas diferentes, a maioria não identificadas. São 30 mil espécies vegetais reconhecidas, ou 10% das plantas do mundo, espalhadas em 3,7 milhões de quilômetros quadrados (parte brasileira). A Floresta Amazônica está distribuída em diversos tipos de ecossistemas associados, das florestas fechadas de terra firme onde despontam árvores de 30 a 60 metros de altura,às várzeas ribeirinhas, além de campos, campinas e os serpenteantes igarapés. A região ostenta a maior variedade de aves, primatas, roedores, jacarés, sapos, insetos, lagartos e peixes de água doce de todo o planeta. Por ali circulam 324 espécies de mamíferos, como a onça-pintada, a ariranha, a preguiça e o macaco-uacari. Nela vivem cerca de 25% da população de primatas do globo e 70 das 334 espécies de papagaios existentes. Com relação a peixe de rio, a Floresta Amazônica desbanca de longe qualquer outro lugar do mundo: ali nadam de 2500 a 3000 espécies de peixes diferentes. Só no Rio Negro podem ser encontradas 450 espécies - na Europa inteira, não se contam mais de 200.
enviada por Hugo Daniel
19/05/2004 00:37
O que vem a ser ECOLOGIA?
Em 1866 , um cientista alemão chamado E. Haeckel utilizou pela primeira vez a palavra ¨ ecologia ¨. Sendo uma palavra originária da Grécia, é fácil entendermos seu significado dividindo-a da seguinte forma:
ECO = Habitat lugar de Vida de um Organismo
LOGIA = Estudo e/ou Ciência
Podemos então dizer de forma simples que a ecologia é a ciência que estuda as relações entre os seres vivos e o lugar onde eles vivem (habitat), e em conseqüência, as influências que uns causam aos outros.
Mesmo não sendo especialista em nenhuma área específica, podemos dar nossa parcela de ajuda, especialmente quando nos consideramos "ser vivo" a se relacionar com o resto do universo e nesta equação simples o "eu", ir garantir a importância de "nós", e o universo pode ser visto como a somatória dos nossos "ecossistemas".
enviada por Hugo Daniel
19/05/2004 00:34
Meu nome é Hugo Daniel e estou começando agora nesse lance de blig,
criei este blig para postar alguns artigos legais sobre meio ambiente e natureza, então fiquem ligados para as próximas atualizações...
ICQ: 95477508 - MSN: mmatiasbh@hotmail.com
enviada por Hugo Daniel
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